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Workplace Strategy Trends

Seu escritório como catalisador de cultura, performance e engajamento

Estamos em meio a um processo de mudança social jamais observado. São cada vez mais comuns os métodos de gerenciamento que reconhecem as necessidades holísticas das pessoas e buscam fomentar o melhor resultado e desenvolvimento dos indivíduos e de suas organizações.

Como atender aos talentos das novas gerações? Quais as ferramentas de suporte tecnológico, físico, cognitivo e emocional adequados às demandas particulares destes indivíduos? Se você espera resultados extraordinários, oferece ferramentas equivalentes ao potencial de sua empresa e equipe?

 
 
  • Rodrigo Calazans

A geração Z e as necessidades humanas no ambiente de trabalho.

Atualizado: 12 de Abr de 2019

O trabalho como meio de vida vem gradativamente deixando de ser uma ideia seguida pelas pessoas. Valores como estabilidade e remuneração acima do mercado se mostram cada vez menos relevantes quando comparados com outros elementos relacionados à vida das pessoas.


Claro que salário ainda é um tema muito relevante, mas não o fator de decisão numa construção de carreira ou trajetória profissional. A própria ideia de uma única carreira ou trajetória profissional constante, vem sendo refutada pelos profissionais da geração Z.


Segundo Vinicius Antunes, especialista em recrutamento da empresa americana Robert Half, a geração Z, com jovens nascidos entre 1995 e 2010, é a primeira a ter contato com o meio digital desde que nasceu. São chamados de nativos digitais.


“Pode-se dizer que, de forma geral, os jovens da geração Z antecipam e simplificam muita coisa – pontos extremamente positivos no mundo corporativo. São profissionais com uma compreensão tecnológica apurada, abertos a novas tecnologias e com raciocínio rápido. Essas características acabam gerando certa impaciência, e a rotina frequente atrelada a processos burocráticos pode ser desanimadora para esses jovens.”


Necessidades físicas cognitivas e emocionais.


Muito além da pirâmide de necessidades desenvolvida por Maslow, hoje as necessidades centrais na percepção de felicidade relacionadas ao trabalho desafiam os gestores quanto ao sentimento dos colaboradores. As questões Fisiológicas, de Segurança, Sociais, de Reconhecimento e Auto Realização estão no fiel da balança no que tange ao employer branding e ao nível de produtividade associado à satisfação do time.


Numa abordagem de montagem de escritórios, é comum pensar nas necessidades sintetizadas em três esferas sobrepostas: Físicas, Cognitivas e Emocionais. Antes de pensarmos no contexto das atividades desempenhadas pela equipe, devemos ter em mente oferecer espaços com liberdade de escolha por ambientes de diferentes níveis de postura, graus de privacidade e opções de presença.


A Herman Miller aprofundou esse entendimento e criou um mapa de necessidades agrupando seis necessidades básicas de todos nós: autonomia, segurança, propósito, pertencimento, status e realização. Ao reconhecer que indivíduos e organizações têm seu próprio propósito, caráter e atividades, o Living Office transforma o local de trabalho em um instrumento poderoso que expressa a cultura única de uma organização e progride em suas ambições únicas.


Configurações com propósitos intencionais


Da criatividade improvisada aos processos padronizados, o trabalho hoje é mais variado do que nunca. Nossos escritórios também não deveriam ser mais variados? Em um escritório proposto com o conceito Living Office, as pessoas podem escolher entre uma variedade de espaços que melhor apoiem suas atividades. Aumentar a conexão com os colegas e ajudar a cumprir seu propósito específico.


Essas configurações podem ser projetadas de maneiras que expressem exclusivamente a cultura de uma organização e progridam em suas ambições, tornando-se um ativo mais valioso. A partir dos conceitos de zonas as montagens Hive; Haven; Clubhouse; Forum; Jump Space; Cove; Plaza; Workshop; Meeting Space e Landing, compõem a paleta de opções pensadas nas atividades recorrentes de um escritório, propondo uma jornada de experiência aos colaboradores que respeita as singularidades de cada colaborador, direcionando os comportamentos enquanto atende às necessidades de cobertura tecnológica, ferramentas de colaboração, níveis de privacidade e incentivo à socialização.


Quer saber mais sobre como implantar um escritório baseado no conceito Living Office e as ferramentas utilizadas para determinar os pontos de demanda de sua equipe e corporação?


Entre em contato e saiba mais.


https://www.roberthalf.com.br/blog/tendencias/geracao-z-caracteristicas-desafios-necessidades

https://www.hermanmiller.com/solutions/living-office/placemaking/



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