Meeting the Staff

Workplace Strategy Trends

Seu escritório como catalisador de cultura, performance e engajamento

Estamos em meio a um processo de mudança social jamais observado. São cada vez mais comuns os métodos de gerenciamento que reconhecem as necessidades holísticas das pessoas e buscam fomentar o melhor resultado e desenvolvimento dos indivíduos e de suas organizações.

Como atender aos talentos das novas gerações? Quais as ferramentas de suporte tecnológico, físico, cognitivo e emocional adequados às demandas particulares destes indivíduos? Se você espera resultados extraordinários, oferece ferramentas equivalentes ao potencial de sua empresa e equipe?

 
 
  • Rodrigo Calazans

Living Office - Estudo de Caso Tavistock Development


Na Tavistock Development Company as pessoas não almoçam em suas mesas. Por que o fariam, se eles podem desfrutar de uma refeição na copa envidraçada e iluminada da incorporadora? Com palmeiras que descansam sob o céu azul da Flórida ao fundo, os contadores se misturam com gerentes de projeto, os assistentes administrativos riem com advogados e especialistas em marketing se reúnem com os planejadores urbanos. Pessoas que normalmente não passariam muito tempo juntas durante o horário de trabalho vislumbram o que os outros estão fazendo no trabalho, e se divertem com isso.


Mas isso não foi sempre assim. Antes que o presidente da Tavistock, Jim Zboril, e sua equipe tomassem a decisão de consolidar três escritórios diferentes em um local só, era quase impossível que as pessoas se juntassem para qualquer tipo de ocasião, inclusive o almoço. A Diretora de Recursos Humanos da Tavistock, Karen Duerr, lembra uma tentativa fracassada de reunir todos em uma sala de conferências para chuparem picolés em um dos dias mais quentes do ano. "Foi muito estranho", diz ela. "Havia 50 pessoas apertadas em uma sala projetada para cerca de cinco".


Os escritórios espalhados e subdimensionados da Tavistock também não possuíam espaço suficiente para que as pessoas fizessem seu trabalho efetivamente, tanto juntos como sozinhos. Fora um punhado de salas de conferências muito parecidas, uma sala de descanso fora de mão e um saguão que não oferecia privacidade suficiente para discussões confidenciais, os funcionários não tinham onde trabalhar juntos em seus projetos de desenvolvimento de comunidades.


"Minha equipe executiva e eu monopolizávamos todas as salas de conferências", diz Zboril. "As pessoas que realmente estavam fazendo todo o trabalho não tinham acesso a espaços colaborativos". Os funcionários agendavam reuniões importantes fora da empresa, uma prática que estava se tornando um desperdício tanto na eficiência como no orçamento.


Na opinião de Zboril, aqueles desafios sinalizavam um problema muito mais profundo do que ineficiências e inconvenientes. Se a Tavistock queria manter a sua reputação como uma empresa que cria comunidades inspiradoras e acolhedoras para os clientes, precisaria fazer o mesmo por seus funcionários.


"Quando visitamos a sede da Herman Miller em West Michigan, uma das coisas que nos inspirou imediatamente foi a energia", diz Zboril. "Entramos no local em um dia triste de inverno, e ele estava vivo, iluminado, e havia uma vibração contagiante. Isso era algo que precisávamos levar de volta para o nosso ambiente. Começamos a analisar os diferentes tipos de espaços que eles tinham, e a pensar sobre como poderíamos criá-los para nossas próprias necessidades na Flórida."


O desenvolvimento do Living Office


A Herman Miller convidou a Tavistock para participar de um projeto de pesquisa para estudar a eficácia do local de trabalho da Tavistock antes, durante e após a implementação do Living Office. Essa abordagem baseada em pesquisa alinhava-se com a própria prática da Tavistock de usar dados para informar os projetos de desenvolvimento comunitário.


Como parte da pesquisa, a Herman Miller guiou os funcionários e líderes pelo processo de descoberta do Living Office. Essa oficina ajuda as organizações a identificar o seu propósito, prioridades de negócios, personalidade e atividades.


Os líderes da empresa iniciaram o processo identificando os principais objetivos organizacionais que eles esperavam que o novo local de trabalho os ajudasse a alcançar. Eles incluiam construir um senso mais forte de comunidade entre os funcionários, aumentar a eficiência e atrair e reter os melhores talentos.


Para a Tavistock, o próximo passo foi identificar as disparidades entre as atividades de trabalho diárias e o local de trabalho. Um grupo de funcionários estudou uma lista de 10 atividades comuns, identificou as mais críticas para suas atividades e mapeou essas atividades em relação às configurações que melhor os apoiariam.


Para complementar esses esforços, os pesquisadores da Herman Miller realizaram pesquisas sobre a eficácia do local de trabalho com os gestores e os funcionários da empresa, observaram os comportamentos das pessoas e juntaram-se aos funcionários para fotografar os elementos do espaço que eram apropriados ou não.


Os resultados dessa pesquisa demonstraram que o novo espaço precisaria possibilitar as atividades altamente colaborativas que os funcionários da Tavistock realizam ao longo do dia. Elas incluem longas conversas, períodos mais longos de trabalho colaborativo de desenvolvimento de projetos e discussões rápidas e improvisadas — atividades conhecidas como Converse (Conversar), Co-Create (Cocriação), Divide & Conquer (Dividir e conquistar) e Chat (Bate-papos) no jargão do Living Office.


Cada um dos oito tipos de configurações do Living Office da Tavistock foi projetado intencionalmente para apoiar os diferentes tipos de trabalho individual e em grupo. Uma dessas configurações é a Workshop (Oficina) — chamada pelos funcionários da Tavistock de "sala de brainstorming". O espaço é grande o suficiente para toda a equipe da Engenharia se reunir e discutir um projeto. E com uma mescla de mobiliário planejado para melhorar o trabalho criativo colaborativo, as pessoas podem então se separar em equipes menores para concluir tarefas específicas (uma atividade do Living Office chamada de Divide & Conquer).


Você sente que seu escritório foi pensado para suas atividades rotineiras? E da sua equipe?

Discovery Exercise - Living Office by Herman Miller

Entre em contato para saber mais sobre o Living Office e as ferramentas de descoberta no inventário de demandas.


Fonte: https://www.hermanmiller.com/pt_br/research/categories/case-studies/tavistock-development-company/

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